Anamélia Araribá

Uns chamam de “Arte”…

Em vida, 18 setembro, 2008 às 2:32 pm

outros (assim como eu) chamam de Crueldade. Concordo com a Liberdade de expressão, e manifestações de Arte, porém, afirmo que neste caso, não foi um protesto contra a fome, e sim um ato de crueldade de alguém sem escrupulos.  Guillermo Habacuc Vargas fez uma exposição “Es o que ees” na Nicarágua, onde deixou um cão de rua, atado à uma corda, sem comida, água, morrendo lentamente, sob os olhares dos curiosos. A frase escrita “Es o que ees” era feita de Ração, mais uma prova da selvageria.  Muitas pessoas pediram que ele o alimentasse, porém nada foi feito. O Cão? Morreu, sofrendo.

Agora, pasmem: A prestigiadíssima Bienal Centroamericana de Arte Honduras 2008, convidou o “Artista” para apresentar novamente a “Exposição”. Existe uma petição onde é pedido que ele não receba este prêmio. É pífio, eu sei, mas é o máximo que podemos fazer daqui de tão longe.
 Por favor assinem preenchendo o Nome, email, Localidade e País.
 http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html

Divulguem!

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Anamélia Araribá

que às vezes duvida que o Homem teve origem divina.

Pisar, pisar e pisar!

Em Uncategorized, 12 setembro, 2008 às 3:49 pm

 

 

As Boates hoje em dia geram muitos empregos, dinheiro (além de poluição Sonora até altas horas, gasto de energia, Pessoas bebendo, fumando,  brigando e por aí vai…). Pensando no lado ecológico da coisa, é que Ecologistas fizeram uma Boate diferente na Inglaterra. A energia gasta na Boate é vinda do próprio chão da mesma. Sim, isso mesmo, para gerar energia para as caixas de som, luzes e tudo mais, é preciso que pisem, dancem, e quanto mais Pisões mais Energia! O nome dessa tecnologia é Piezoelétrica, na qual cristais de quartzo e cerâmica produzem energia quando são pressionados. Se não tiver gente pisando? Aí, a Boate dispõe de Energia reserva, como a Energia Eólica e Painéis Solares. O nome dessa Ecológica Boate é Surya, e está localizada em Londres (Já existe uma igual na Holanda). Porém a Boate é voltada para o Público “Natureba”, pois os Alimentos/Bebidas são orgânicos, os banheiros são programados para não disperdiçar água, e não há ar condicionado, tudo é ventilado com dutos.

Tá pensando que é muito caro entrar nessa? Se você for de Bicicleta ou a Pé, é GRÁTIS! Os engraçadinhos que forem de carro, pagam pra entrar, mas são estimulados a virem a pé da próxima vez.

Por Anamélia da Silveira Araribá

Que inveja o investimento no Planeta de alguns países.

Linguagem sem fronteiras

Em Uncategorized, 11 setembro, 2008 às 4:58 pm

Desde que o  Mundo é Mundo, existem pessoas com deficiências. E hoje apesar de muito divulgada, uma das que mais chama a atenção concerteza é a Deficiência Auditiva, pois não há quem não olhe para um Intérprete de LIBRAS gesticulando frenéticamente em um evento/aula, etc.

Eu, como Intérprete de LIBRAS tenho contato direto com os Surdos (é assim, que os Deficientes Auditivos preferem ser chamados… e não de “mudinhos, ou surdo-mudo”). Certo dia, fui à academia junto com meu amigo que é Surdo, ao entrar me chamou a atenção um Rapaz  que estava correndo na esteira (bem a minha frente), sem nem pensar disse ao meu amigo (em LIBRAS é claro): Que Rapaz bonito, esse ali de óculos!!! Meu amigo, disfarçadamente o olhou e virou-se pra mim dizendo “Tome cuidado ao falar, ele pode perceber…” Eu nem me preocupei, e continuei minha conversa, cerca de dez minutos depois o Rapaz da esteira olha pra mim e me pergunta (em LIBRAS!!!!) se eu era Deficiente Auditiva. Eu (vermelha) com certa timidez, disse que “NÃO” e perguntei como ele sabia LIBRAS. A essa altura, meu amigo estava rindo descontroladamente de mim, e de minha ingenuidade. Eu educadamente pedi “DESCULPAS” ao rapaz, que nem se importou com o fato. Nem ele, nem meu amigo. Eu sim.

 

Por Anamélia da Silveira Araribá

Que nunca mais comentará sobre os outros em qualquer outro idioma.

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